EGO sum res quis custodis nox noctis & is peto decor dimidium atrum

Em Manutenção

quarta-feira, 22 de julho de 2009

"Amor de um Sedento"


Num lugar distante dos meus olhos
Num caixão adormecido
Não se cria tantos sonhos
Mas não disse que é falecido!

Todas as noites ressuscita,
À procura de algo perdido,
Vai provar o teu sangue,
Para nele ficar rendido!

Procura sangue quente,
De um amor há muito perdido,
Apodera-se da sua mente,
O amor perfeito ainda está escondido!

O desejo de encontrar alguém,
É grande, forte mas egoísta,
Alguém com o mesmo sentimento,
Que tenha sede do infinito…

Têm a eternidade para o encontrar,
Mas têm a incerteza se ele existirá!

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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Anne Rice


Howard Allen Frances O´Brien, ou Anne Rice, como ficou conhecida, nasceu em 1941, na cidade de Nova Orleans, nos Estados Unidos. Ainda jovem decidiu trocar seu nome para Anne.

Anne Rice desde a infância, sentia-se diferente das outras crianças, nunca se encaixando em expectativas sociais. Sua imaginação desenvolveu-se e populou um mundo de fantasias, usando vários elementos de mistério e sobrenatural. Cresceu na vizinhança de Garden District, e suas casas de época e ambientação soturna, foram grandes inspiradores para os cenários de seus futuros livros.

Muito jovem foi exposta à tragédias da vida, perdendo sua mãe Katherine, dependente alcoólica, aos 14 anos de idade. Dois anos mais tarde seu pai se casa novamente e a família se muda para a cidade de Richardson, no Texas, onde conheceria seu futuro marido, o poeta e pintor Stan Rice.

Aos 20 anos, Anne escreve suas primeiras histórias, com temas sobre sexo e erotismo, que na época a fascinavam.

Em 1972, aos 30 anos, Anne perde sua filha Michele, de cinco anos de idade, vítima de leucemia. Anne fica arrasada e passa quase um ano alcoolizada, incapaz de recuperar-se de tal choque. Quando em 1973, em cerca de 5 semanas, ela escreve o livro Entrevista com o Vampiro, a partir de um conto produzido em 1969. Recusado na primeira tentativa de publicação, em 1974, acabou saindo dois anos depois, pela editora Knopf, que até hoje publica os livros da autora.

No livro, Anne retrata sua filha na personagem Claudia de 6 anos de idade, que é forçada a viver eternamente como criança, após virar vampira. Tal sentimento de "imortalidade", ocasionado por tais tragédias em sua vida, acabam sendo o grande motivo de tal fascínio por Vampiros, personagens principais de seus livros seguintes.

Assim, esse primeiro livro, que acabou virando um grande, e certamente o maior, sucesso da escritora, deu origem a uma série de romances sobre vampiros, intituladas "As Crônicas Vampirescas", que incluem ainda: O vampiro Lestat (1985), A rainha dos condenados (1988), A história do ladrão de corpos (1992), Memnoch, o demônio (1995), Pandora (1998), O vampiro Armand (1998), O vampiro Vittorio (1999), Merrick (2000), Sangue e Ouro (2001), Fazenda Blackwood (2002) e Cântico de Sangue (2003).

Outros romances famosos da escritora, também tem temática sobrenatural, como por exemplo: A Hora as bruxas (1990). Com o seu incrível fascínio pela música, escreveu sobre a mesma em dois romances, Violino (1996) e Chore para o céu (1982), história de um "castratto" veneziano do século XVIII.

Em outros gêneros, Anne Rice usou pseudônimos como o de Anne Rampling em romances mais comerciais: Exit to Eden (1985) e Belinda (1986), e o de A.N. Roquelaure na trilogia erótica Beauty (1983-1985), na qual conta a fábula da Bela Adormecida, começando com um príncipe a despertando com requintes sadomasoquistas.

Em 2008, Anne lança um livro de memórias intitulado Chamado para fora da escuridão: uma confissão espiritual, o que demonstra claramente seu novo rumo literário, "o cristão". Nele a escritora se remete a sua infância e em épocas em que possuía uma fervorosa fé católica e que os últimos acontecimentos em sua vida acabaram fazendo retornar tal sentimento de devoção.

Independente dos estilos, temas ou ideologias que a escritora possa seguir daqui para frente, Anne Rice será sempre lembrada como a rainha do horror gótico e vampírico.


Suas Obras

Entrevista com o Vampiro
O Vampiro Lestat
A Rainha dos Condenados
A História do Ladrão de Corpos
Memnoch
O Vampiro Armand
Merrick
Sangue e Ouro
A Fazenda Blackwood
Cântico de Sangue
Pandora
Vittorio - O Vampiro
A Hora das Bruxas I
A Hora das Bruxas II
Lasher
Taltos
Violino
O Senhor de Rampling Gate

quarta-feira, 15 de julho de 2009

domingo, 5 de julho de 2009

The Sister of Mercy


The Sisters of Mercy é uma banda britânica de rock gótico, formada em Leeds, em 1980 por Andrew Eldritch (vocais) e Gary Marx (guitarra). A eles juntaram-se Ben Gunn (guitarra, substituído por Wayne Hussey, em 1983) e Craig Adams (baixo).

Apesar de ter lançado apenas três LPs, The Sisters of Mercy tornou-se uma das mais influentes bandas da década de 80. A banda enfrentou instabilidade: apenas o cantor e compositor Eldritch participou dos três LP.

A música de The Sisters of Mercy reúne elementos de psicodelia, dance e punk. O cantor Eldritch tem como principal traço a voz, profunda. As letras da banda tratam de temas comuns ao rock gótico.

Apesar de rejeitar a classificação de gótica, The Sisters of Mercy foi uma liderança no gênero, tendo alcançado amplo sucesso na Inglaterra e Estados Unidos. Desde os primórdios do grupo, tocando em bares e clubes de Leeds, a banda foi marcada por atrair uma legião de admiradores.

The Sisters of Mercy inovou ao usar uma máquina para executar a percussão, apelidada de Doktor Avalanche.


Formação atual

Andrew Eldritch - vocal
Doktor Avalanche - bateria
Chris Catalyst - guitarra e vocal de apoio
Ben Christo - guitarra e vocal de apoio

Origem Leeds

País Inglaterra, Reino Unido

Período 1980 – 1993, 1996 – atualmente

Gênero(s) Rock alternativo
Pós-punk
Rock gótico

Álbuns originais

First and Last and Always, (1985)
Floodland, (1987)
Vision Thing, (1990)

Compilações

Some Girls Wander By Mistake, (1992)
A Slight Case of Overbombing, (1993)

Poema da Derrota


Este é o poema da derrota
De quem perdeu... não ganhou,
De quem procurou e nunca achou.
Porque correu e nunca chegou
Porque saltou e não subiu,
Porque lhe pediram e não deu.
Tentando ouvir, não escutou
Suplicando, não recebeu,
Começando, já acabou.
Tentou lembrar-se e esqueceu
Olhou e não viu
Em vez de chegar perto se afastou,
Ao levantar-se caíu,
Sorrindo, chorou.